Você já ouviu falar em “oferta” ou “Sacrifício”

 

Um sacrifício humano consiste no ato de sacrificar um ou mais seres humanos para algum fim, usualmente de cunho religioso. Tal prática remonta desde a Antiguidade, quando matavam-se pessoas ritualmente de forma que agradasse algum deus ou força espiritual. Apesar das tentativas de se eliminar tais práticas, ainda há alguns grupos ou culturas que praticam sacrifícios humanos nos dias atuais. A maioria das religiões condena a prática, e as leis seculares modernas tratam-na como um assassinato. Em uma sociedade que condena o sacrifício humano, o termo assassinato ritual/morte em ritual é usado.

Holocausto significa “ardendo em fogo uma oferta”.

Será que nos dia de hoje ainda se pratica tais atos?

Hitler Matou muitas pessoas, mas quem estaria por trás disso tudo, ele não faria sozinho sem que alguém muito poderoso o estivesse protegendo.

Estrela de seis pontas
Não é de origem judaica

Este símbolo foi adotado amplamente não porque o povo judeu a escolheu, mas fez ironicamente no contexto porque Adolf Hitler forçou todos os judeus a usarem uma estrela amarela de seis pontas durante o tempo em que eles foram brutalmente perseguidos(holocausto)
A palavra holocausto significa “ardendo em fogo uma oferta”.
Na verdade, a estrela de seis pontas foi usada no passado, quando os sacrifícios humanos eram oferecidos a Moloch e Ashtoreth na adoração do deus BAAL.

Por que então milhões de pessoas morrem pela mesma dor, moléstia, em certo tempo, espaço de dias e pouco tempo de ano, como se isso fosse um sacrifício, uma oferta ou quem sabe um “holocausto”.

O guerreiro Jefté, um dos 12 juízes de Israel, estava prestes a ir para a guerra contra os Amonitas quando resolveu invocar a ajuda do Todo-Poderoso: “Se me entregardes nas mãos os Amonitas, aquele que sair das portas de minha casa ao meu encontro, quando eu voltar vitorioso (…) será consagrado ao Senhor, e eu o oferecerei em holocausto”. Jetfé venceu. E se arrependeu profundamente da promessa que fez. Fonte: (https://super.abril.com.br/historia/crimes-de-guerra/)

Quem primeiro veio ao seu encontro na volta para casa foi sua única filha – e o guerreiro viu-se obrigado a matá-la em nome de Deus.

 

Histórias como essa sugerem que o culto a Javé, Deus hebreu do Velho Testamento, frequentemente envolvia uma prática que, muito mais tarde, passaria a ser vista como atrocidade: o sacrifício humano. 

São várias as citações a esse tipo de oferenda na Bíblia. E o motivo é simples: segundo historiadores, o sacrifício de inocentes para pedir uma vitória no campo de batalha ou agradecer uma campanha militar bem-sucedida já foi uma das mais corriqueiras “transações” entre o céu e a terra.

Entre os antigos hebreus, qualquer oferenda que envolvesse sangue era chamada de holocausto – sim, é daí que vem o nome atribuído ao genocídio que os nazistas cometeram durante a 2ª Guerra Mundial.

“Existia entre os israelitas daquele tempo o conceito de Asham, um pagamento a Deus”, diz o historiador Otávio Zalewski, especialista em estudos bíblicos. “Todo pecado ou ofensa à vontade divina gerava uma dívida, que só podia ser quitada com sangue.” Ou seja: acreditava-se que, passando a faca no pescoço de uma pessoa ou de um animal, obtinha-se a redenção.

Vários outros povos da Bíblia também adotavam essa prática – entre eles, cananeus, filisteus, gregos e babilônios. 

Em muitos casos, a oferenda não passava de uma cabra ou uma ovelha – geralmente jovem e sem defeitos físicos, que era degolada e queimada logo em seguida numa fogueira.

Havia, no entanto, sacrifícios bem mais chocantes, envolvendo até crianças. “Era a crença de que só se podia ofertar a Deus algo puro”, explica Humberto Maiztegui Gonçalves, doutor em Teologia pelo Instituto Ecumênico de São Leopoldo (RS). “O sacrifício de crianças ou mulheres virgens seguia essa lógica.”

Eram tão comuns os sacrifícios humanos que um lugar acabou ficando famoso por concentrá-los: Tofet. Supostamente localizado em Geena, um vale bem perto de Jerusalém, era nesse local que os cananeus faziam seus rituais dedicados ao deus que chamavam de Moloch – uma figura antropozoomórfica, com corpo de gente e cabeça de touro.

Em cerimônias cheias de pompa e circunstância, eles queimavam crianças num incinerador que tinha o formato da divindade. Não por acaso, “geena” se transformou no termo hebraico para designar “inferno”…(Fonte: https://super.abril.com.br/historia/crimes-de-guerra/)

JEREMIAS 7:32
Eis que virão os dias – oráculo do Senhor -, em que não mais dirá Tofet, nem vale do Filho de Inom, mas vale do Massacre, onde, por falta de lugar, serão enterrados os mortos em Tofet.

 

Peste negra entre 1348 e 1350…- matando entre 75 milhões e 200 milhões reduzido a população mundial de 450 milhões de pessoas para 350 milhões.

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Holocausto por volta de 1941… – Mais de 50 milhões de vítimas

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Isso seria Holocausto, oferta ou sacrifício?