“Há sempre outra montanha mais alta”

“Há sempre outra montanha mais alta” citação chinesa

A Igreja Católica em vários dos seus centros de formação, em especial na Idade Média, desenhava um grande olho nos vestiários e banheiros de seus noviços, que representava o Olho de Deus, que tudo vê. No Antigo Egito, o Olho de Hórus, significava poder e proteção (controle).

Como surgiram os nomes dos meses do ano?
Nosso calendário é regido por deuses, imperadores e números romanos

Antes de Roma ser fundada, as colinas de Alba eram ocupadas por tribos latinas, que dividiam o ano em períodos nomeados de acordo com seus deuses. Os romanos adaptaram essa estrutura. De acordo com alguns pensadores, como Plutarco (45-125), no princípio dessa civilização o ano tinha dez meses e começava por Martius (atual março). Os outros dois teriam sido acrescentados por Numa Pompílio, o segundo rei de Roma, que governou por volta de 700 a.C.
Os romanos não davam nome apenas para os meses, mas também para alguns dias especiais. O primeiro de cada mês se chamava Calendae e significava “dia de pagar as contas” – daí a origem da palavra calendário, “livro de contas”. Idus marcava o meio do mês, e Nonae correspondia ao nono dia antes de Idus. E essa era apenas uma das diversas confusões da folhinha romana.
Até Júlio César (100 a.C.-46 a.C.) reformar o calendário local, os meses eram lunares (sincronizados com o movimento da lua, como hoje acontece em países muçulmanos), mas as festas em homenagem aos deuses permaneciam designadas pelas estações. O descompasso, de dez dias por ano, fazia com que, em todos os triênios, um décimo terceiro mês, o Intercalaris, tivesse que ser enxertado.
Com a ajuda de matemáticos do Egito emprestados por Cleópatra, Júlio César acabou com a bagunça ao estabelecer o seguinte calendário solar: Januarius, Februarius, Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quinctilis, Sextilis, September, October, November e December. Quase igual ao nosso, com as diferenças de que Quinctilis e Sextilis deram origem ao meses de julho e agosto. Quando e como isso aconteceu, você descobre lendo o quadro abaixo.
Folhinha milenar
Divisão do ano é basicamente a mesma há 20 séculos
Janeiro
Januarius era uma homenagem ao deus Jano, o senhor dos solstícios, encarregado de iniciar o inverno e o verão. Seu nome vem daí: ianitor quer dizer porteiro, aquele que comanda as portas dos ciclos de tempo.
Fevereiro
O nome se referia a um rito de purificação, que em latim se chamava februa. Logo, Februarius era o mês de realizar essa cerimônia. Nesse período, os romanos faziam oferendas e sacrifícios de animais aos deuses do panteão, para que a primavera vindoura trouxesse bonança.
Por que 28 dias?
Até 27 a.C., fevereiro tinha 29 dias. Quando o Senado criou o mês de agosto para homenagear Augusto, surgiu um problema: julho, o mês de Júlio César, tinha 31 dias, e o do imperador, só 30. Então o Senado tirou mais um dia de fevereiro.
Março
Dedicado a Marte, o deus da guerra. A homenagem, porém, tinha outra motivação, bem menos beligerante. Como Marte também regia a geração da vida, Martius era o mês da semeadura nos campos.
Abril
Pode ter surgido para celebrar a deusa do amor, Vênus. Na primeiro dia do mês, as mulheres dançavam com coroas de flores. Outra hipótese é a de que Aprilis tenha se originado de aperio, “abrir” em latim. Seria a época do desabrochar da primavera.
Maio
Homenagem a Maia, uma das deusas da primavera. Seu filho era o deus Mercúrio, pai da medicina e das ciências ocultas. Por esse motivo, segundo escreveu Ovídio na obra Fastos, Maius era chamado de “o mês do conhecimento”.
Junho
Faz alusão a Juno, a esposa de Júpiter. Se havia uma entidade poderosa no panteão romano, era ela, a guardiã do casamento e do bem-estar de todas as mulheres.
Julho
Chamava-se Quinctilis e era simplesmente o nome do quinto mês do antigo calendário romano. Até que, em 44 a.C. o Senado romano mudou o nome para Julius, em homenagem a Júlio César.
Agosto
Antes era Sextilis, “o sexto mês”. De acordo com o historiador Suetônio, o nome Augustus foi adotado em 27 a.C., em homenagem ao primeiro imperador romano, César Augusto (63 a.C.-14 d.C.).
Setembro a dezembro
Para os últimos quatro meses do ano, a explicação é simples: setembro vem de Septem, que em latim significa “sete”. Era, portanto, o sétimo mês do calendário antigo. A mesma lógica se repete até o fim do ano. Outubro veio de October (oitavo mês, de octo), novembro de November (nono mês, de novem, e data do Ludi Plebeii, um festival em homenagem a Júpiter) e dezembro de December (décimo mês, de decem).
E o ano bissexto?
Dia extra a cada quatro anos corrige distorção
Ao adotar o calendário solar, em 44 a.C., Júlio César criou o ano de 365 dias e um quarto. Por causa dessa diferença, a cada quatro anos era necessário atualizar as horas acumuladas com um dia extra. O problema do calendário juliano é que, na verdade, um ano tem 11 minutos e 14 segundos a menos do que se estimava. Por isso, em 1582, o papa Gregório XIII (1502-1585) anulou dez dias do calendário e determinou que, dos anos terminados em 00, só seriam bissextos os divisíveis por 400. E o nome “bissexto” tem uma explicação curiosa: em Roma, celebrava-se o dia extra no sexto dia de março, que era contado duas vezes.

Israel hoje é tomada por Roma, tudo lá tem seus traços, seus templos, todas as religiões em comum acordo.
É o ano 135 d.C. em que os romanos tomaram dos Judeus toda a soberania, todos foram exterminados e os que sobraram tiveram que aceitar e acatar as leis dos romanos, ou seja, suas imagens, suas crenças, e finalmente sabemos que o príncipe deste mundo estava comandando tudo, Israel então tornou-se a Israel colônia romana.
Jerusalém torna-se, então, Colonia Aelia Capitolina e o templo a Júpiter é levantado no local do antigo Templo dos judeus, além dos outros templos construídos na cidade.


Aos judeus Jerusalém foi proibida, sob pena de morte. A Judeia torna-se parte da província Síria-Palestina. (Síria Palestina foi uma província do Império Romano).

Espíritos do mal são colônias de demônios a espera do julgamento. INVOCADOS POR PESSOAS EM LUGARES, COMO, TEMPLOS, CEMITÉRIOS…

A Bíblia retrata a Nova Jerusalém como uma cidade santa e materialmente gloriosa que desce do céu, não como uma comunidade OU CONDOMÍNIO de transição para reencarnação, mas como o destino eterno dos salvos.

Jesus diz: “Na casa de meu Pai há muitas moradas”. Interpreta se isso como lugares de descanso eterno providenciados por Deus, e não colônias correcionais ou de estudo.

Seio de Abraão (Lucas 16:19-31): Na parábola do Rico e Lázaro, há menção a um local de consolo para os justos (o Seio de Abraão) e um lugar de tormento após a morte, separados por um abismo intransponível, o que difere da mobilidade descrita nas colônias.

Jesus desceu a região dos mortos para dar a vida eterna aos salvos?

Sim. A afirmação reflete de que, entre a sua morte na cruz e a ressurreição, Jesus desceu à “mansão dos mortos” (também chamada de Sheol ou Hades). Ele fez isso para anunciar a vitória sobre a morte e libertar os justos que aguardavam a salvação.

A “mansão dos mortos” não se refere ao inferno da condenação eterna, mas sim ao estado de espera onde se encontravam as almas dos que morreram antes de Cristo.

Ao descer a esses lugares, Cristo quebrou as correntes da morte e abriu as portas do Paraíso para todos os salvos da humanidade que viveram antes de sua vinda e agora, neste tempo para os salvos também.

Como narra a Primeira Carta de Pedro (1 Pedro 3:18-19), Jesus pregou aos espíritos em prisão, oferecendo a redenção aos justos do Antigo Testamento (como Abraão, Moisés e os profetas) e todo o povo que naquele tempo habitava a terra.

Portanto, os salvos que não vão passar pelo juízo já estão com Jesus e com Deus na Cidade santa, os outros, os que são espíritos do mal estão a espera do julgamento eterno.

GLÓRIAS AO DEUS, MEU PAI, E A JESUS MEU REI E SALVADOR.

AMEM