
Se…
Se és capaz de manter tua calma, quando,todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando, e para esses no entanto achar uma desculpa.
Se és capaz de esperar sem te desesperares,ou, enganado, não mentir ao mentiroso.
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares, e não parecer bom demais, nem pretensioso.
Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires, de sonhar – sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires, tratar da mesma forma a esses dois impostores.
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas, em armadilhas as verdades que disseste. E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas, e refazê-las com o bem pouco que te reste.
Se és capaz de arriscar numa única parada, tudo quanto ganhaste em toda a tua vida. E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada, resignado, tornar ao ponto de partida.
De forçar coração, nervos, músculos, tudo, a dar seja o que for que neles ainda existe. E a persistir assim quando, exausto, contudo, resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes, e, entre Reis, não perder a naturalidade. E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes, se a todos podes ser de alguma utilidade.
Se és capaz de dar, segundo por segundo, ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo, e – o que ainda é muito mais – és um Homem, meu filho! Rudyard Kipling
Jesus em Mateus 12:36, que diz:
— Eu afirmo a vocês que, no Dia do Juízo, cada pessoa vai prestar contas de toda palavra inútil que falou. Porque as suas palavras vão servir para julgar se você é inocente ou culpado.
Esse versículo nos lembra que até as nossas conversas mais casuais revelam o que está em nosso coração. Refere-se àquela palavra fútil, frívola, ou falada sem propósito edificante.
Mostra o peso da responsabilidade sobre nossas falas, visto que “por tuas palavras serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado”.
A fofoca é fortemente condenada nas escrituras. Deus não a aprova, pois ela destrói relacionamentos, espalha a discórdia e mancha a reputação do próximo. A Palavra de Deus nos ensina que as palavras devem ser usadas para edificar, e não para espalhar mentiras, boatos e intrigas.
QUE TENHAMOS UM SÁBADO MARAVILHOSO. AMEM