Todos nós sabemos que o Estado de Israel é uma farsa

Israel o conto de fadas sombrio

Israel de hoje não é o povo das 12 tribos de Israel do tempo bíblico. Existiu entre 930 a.C até 720 a.C  Reino Unido de Israel e Judá. 70 d.C., os judeus foram expulsos do território. 60 anos depois, por volta do ano 130 d.C, os judeus tentaram retomar o lugar novamente são expulsos, o imperador romano Adriano, rebatizou o lugar (Reino Unido de Israel e Judá) de Palestina, em homenagem aos filisteus, um dos principais inimigos dos judeus. A partir daí os Judeus das 12 tribos de Israel ficaram conhecidos como Palestinos.

Ao longo dos próximos séculos, ainda sob domínio romano, todos os povos que moravam na região, independente da religião que seguiam, ficaram conhecidos como Palestinos: havia os muçulmanos palestinos, os cristãos palestinos e até os poucos judeus que ficaram por ali eram conhecidos como judeus palestinos.

Quando acabou a 2ª Guerra Mundial não havia mais Judeu. Os que sobraram se espalharam por todo o mundo. O povo judeu foi marcado com a estrela de Davi para poderem ser identificados e perseguidos- (1941).

Em 15 de novembro de 1988 Palestina foi libertada. No entanto, a maioria das áreas reivindicadas pelos palestinos estão ocupadas por Israel desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967 quando Israel teve o domínio.

Reconhecido por 147 dos 193 Estados-membros da ONU, o país Palestina abrange a Cisjordânia ocupada por Israel e a Faixa de Gaza, incluindo Jerusalém Oriental, que são coletivamente conhecidos como territórios palestinos ocupados, dentro da região geográfica e histórica mais ampla da Palestina. A Palestina designa Jerusalém Oriental como sua capital, apesar de seu centro administrativo estar localizado na cidade de Ramala.

Há 2 mil anos os judeus foram expulsos da Palestina naquele tempo não havia estado de Israel, mas sim, Estado da Palestina, ou, Reino Unido de Israel e Judá.

Em 132 d.C. os judeus foram proibidos de entrar em Jerusalém. (Judeus foram expulsos e banidos de inúmeros outros países e continentes desde a Europa, África e Asia),

Palestina, oficialmente Estado da Palestina é um país de reconhecimento limitado situado no Oriente MédioReconhecido por 147 dos 193 Estados-membros da ONU, o país abrange a Cisjordânia ocupada por Israel e a Faixa de Gaza, incluindo Jerusalém Oriental, que são coletivamente conhecidos como territórios palestinos ocupados, dentro da região geográfica e histórica mais ampla da Palestina. A Palestina designa Jerusalém Oriental como sua capital, apesar de seu centro administrativo estar localizado na cidade de Ramala. A sua independência foi declarada em 15 de novembro de 1988 pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e por seu governo no exílio em Argel, na Argélia. No entanto, a maioria das áreas reivindicadas pelos palestinos estão ocupadas por Israel desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967. 

Israel se apoderou das Colinas de Golã da Síria nas etapas finais da Guerra dos Seis Dias, em 1967

Matar, roubar e destruir, é isso que as duas “bestas” estão fazendo.

20 de Setembro de 2024 às 14h12.

A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, nessa quarta-feira (18), uma resolução exigindo que Israel “ponha fim, sem demora, à sua presença ilegal” no Território Palestino Ocupado, em até 12 meses. O texto foi aprovado por 124 votos favoráveis, 14 contrários e 43 abstenções em sessão de emergência do principal órgão deliberativo da organização.

Por meio desta decisão, a Assembleia Geral afirma que a ocupação “constitui um ato ilícito de carácter contínuo”, com implicações para as responsabilidades internacionais de Israel.
O órgão deliberativo da ONU também “exige que Israel cumpra sem demora todas as suas obrigações legais ao abrigo do direito internacional, incluindo as estipuladas pela Corte Internacional de Justiça [CIJ]”. Dentre estas obrigações estão “retirar todas as suas forças militares do Território Palestino Ocupado, incluindo nos espaços aéreo e marítimo”.

O texto baseia-se em um parecer consultivo da Corte Internacional de Justiça (CIJ), principal órgão judicial da ONU, que, em julho deste ano, considerou que “a presença contínua de Israel nos territórios palestinos ocupados é ilícita”. O CIJ determinou que as autoridades israelenses deveriam encerrar essa ocupação o mais rapidamente possível, interromper novos assentamentos e reparar os danos causados ao povo palestino.

Além de demandar a retirada das forças israelenses dos territórios palestinos em até 12 meses a partir da decisão, a resolução também proíbe novos assentamentos, a devolução das terras e propriedades confiscadas e a possibilidade de retorno da população palestina deslocada, desde o início da ocupação em 1967.

Quase 80 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, cerca de 245 mil sobreviventes do Holocausto ainda seguem vivos em mais de 90 países, segundo revelou um estudo. Cerca de metade deles (49%) vive em Israel, o que representa 119.300 pessoas, das 9,757 milhões (2023) de pessoas que não são judeus dentro de Israel. Portanto se só 119.300 judeus estão em Israel, por que mais de 9 milhões de pessoas habitam em Israel, se o estado foi idealizado para Judeus? Não tem só judeus lá, mas invasores?

Segundo a organização Claims Conference, que assina o relatório. Outros 18% vivem em países da Europa Ocidental, como França (21.900 sobreviventes) e Alemanha (14.200), e 16% moram nos Estados Unidos (38.400 pessoas). Na América do Sul e Caribe vivem cerca de 700 sobreviventes, sendo 300 deles no Brasil e 200 na Argentina. 

Inicialmente de caráter religioso, o sionismo pregava a volta dos judeus à Terra de Israel, como forma de estreitar os laços culturais do povo judeu em torno de sua religião e de sua cultura ancestral. O que não estamos vendo.

Os Neturei Karta crêem que a Diáspora judaica é resultado dos pecados do povo judeu, e que qualquer forma de tentar reconstruir um estado judaico é uma violação da vontade de Deus Talmude Babilônico, tratado Kesubos.

Eles alegaram que sua presença no evento se devia ao fato de criticarem o uso do holocausto judaico como justificativa para a existência do Estado de Israel.

Os Neturei Karta defendem que os judeus devem permanecer no exílio até que este estado judaico lhes seja trazido não por homens, mas por Deus, quando ocorrer a vinda do Messias. Suas declarações de apoio aos palestinos , assim como sua crença de que o sionismo provocou o holocausto, valeram-lhes o desafeto e a oposição por parte de diversas comunidades judaicas.

Os judeus estavam na região palestina desde 722 a.C. após a destruição do reino de Israel pelos Assírios, que escravizaram as dez tribos de Israel. A comunidade permaneceu na região até 539 a.C., quando Ciro I, rei da Pérsia, conquista a Babilônia e permite o retorno dos judeus para a Palestina. No entanto, alguns permaneceram na região por muito tempo, até o início do século XX, quando os judeus emigraram do Iraque.