Minhas velhas memórias

As Tres Marias cuidando do nosso Menino Rei, assim disse um médico…

Já perdi as contas de quantas vezes penso em você durante o dia.

Se fosse fácil apagar da memória, mesmo assim, eu sinto que não te esqueceria.

A fé de Maria em Deus e nas suas promessas era o seu compromisso número um. A sua firme confiança na chegada do Messias fez com que colocasse todo o resto em segundo plano: a família, os sonhos, relacionamentos, sua reputação…

Toda a sua vida poderia ser manchada pela concepção extraordinária do Cristo. Mas, ela considerou tudo isso como secundário perante a possibilidade de servir na chegada de Jesus ao mundo.

Lição: Viver a maternidade é um grande desafio para toda mulher, em qualquer idade, lugar ou estágio da vida. Além disso, é também um enorme privilégio poder participar da geração de outra vida, zelando pela chegada de outro ser humano na terra. Poder abrigar o desenvolvimento de um ser tão pequenino e amado por Deus é uma dádiva valiosa para qualquer mulher.

A chegada do filho vai alterar tudo à sua volta. Para abraçar essa dádiva é preciso prescindir de algumas coisas e entregar-se de corpo e alma para a árdua e maravilhosa tarefa de simplesmente: ser mãe. Maria fez isso, não somente com Jesus, mas também com os seus outros filhos que teve com José (Mateus 13:55). Ela, na sua condição limitada, aceitou o desafio da maternidade e de servir a Deus completamente.

Maria teve outros filhos em Mateus 13.54-56 diz: “( Jesus ) não é o filho do carpinteiro? A sua mãe não é Maria? Não é irmão de Tiago, José, Simão e Judas? Suas irmãs não moram aqui?”  os habitantes de Nazaré tinham um conhecimento bastante íntimo da família de Maria e José, para poderem falar nesses termos. Sabiam que José era carpinteiro e vivia com Maria. Sabiam os nomes de quatro homens que afirmavam serem irmãos de Jesus e falavam de irmãs de Jesus. 

Maria teve outros filhos, além de Jesus. Eles, portanto, eram meio-irmãos de Jesus: filhos de Maria com José, nascidos depois de Jesus, enquanto que Jesus era filho de Maria. Maria, portanto, era viúva, e Jesus, como bom filho, quis que a sua mãe ficasse aos cuidados humanos de alguém em quem Jesus confiava. Essa pessoa era o apostolo João.

Mas porque Maria foi entregue aos cuidados de João, discípulo de Jesus e não aos cuidados de seus irmãos e irmãs? Porque os irmãos de Jesus não estavam presentes em Sua crucificação.

Quando Jesus foi para casa, uma grande multidão se ajuntou de novo, e era tanta gente, que Ele e os discípulos não tinham tempo nem para comer. Os parentes de Jesus souberam disso e foram buscá-lo porque algumas pessoas estavam dizendo que Ele estava louco. 

Chegaram, então, seus irmãos e sua mãe; e, estando fora, mandaram-no chamar.

Falava ainda Jesus à multidão quando sua mãe e seus irmãos chegaram do lado de fora, querendo falar com Ele para prende LO por que diziam que Ele estava louco. Alguém lhe disse: “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo”.

“Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?”, perguntou Jesus. E, olhando em redor para os que estavam assentados junto Dele, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Porquanto, qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe. Por este motivo Jesus entregou Maria aos cuidados de João. João levou Maria para sua casa para cuidar dela. A Bíblia não diz que “a partir daquele momento, Maria se tornou a mãe de todos os que creem”.

A beleza de João 19:26-27 se reflete no cuidado que Jesus tinha com sua mãe, bem como no cuidado que João lhe proporcionava. As Escrituras ensinam claramente a importância de cuidar das viúvas e dos idosos, algo que Jesus aplicou pessoalmente durante as últimas horas de Seu ministério terreno. Tiago, o meio-irmão de Jesus, mais tarde chamaria esse cuidado com as viúvas de “religião pura”. “A religião pura e imaculada diante do nosso Deus e Pai é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas dificuldades e não se deixar contaminar pelo mundo” (Tiago 1:27).

Jesus subiu um monte, chamou os que Ele quis, e eles foram para perto Dele. Então escolheu doze homens para ficarem com Ele e serem enviados para anunciar o evangelho. A esses doze Ele chamou de apóstolos. Os doze: Simão, a quem Jesus deu o nome de Pedro; Tiago e João, filhos de Zebedeu (a estes ele deu o nome de Boanerges, que quer dizer “Filhos do Trovão”); André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu; Tadeu, Simão, o nacionalista; e Judas Iscariotes que traiu Jesus.

Na mansidão dos meus dias

BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.

Porque A tua justiça é como as grandes montanhas; os teus juízos são um grande abismo. SENHOR, tu conservas os homens e os animais. Descansa no SENHOR, e espera Nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos.